Ancelotti chega com moral, mas clima é de desconfiança
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) oficializou a contratação do técnico italiano Carlo Ancelotti. Considerado um dos treinadores mais vitoriosos do futebol europeu, ele assume a Seleção Brasileira Masculina em um dos momentos mais delicados da equipe nos últimos anos.
O anúncio movimentou o noticiário, mas não animou totalmente os torcedores. A Seleção, apesar de estrelas individuais, não apresenta um futebol que empolgue. O torcedor, cansado de promessas, vê o time cada vez mais distante da sua identidade histórica.
Futebol fraco e falta de padrão tático
Desde a eliminação para a Croácia na Copa de 2022, o Brasil não se reencontrou em campo. Sob o comando interino de Fernando Diniz, a equipe somou atuações apagadas e sem padrão tático claro. O time não evoluiu, nem mostrou sinais de renovação.
Mesmo contra adversários de menor expressão, o desempenho foi abaixo do esperado. O Brasil, outrora referência, hoje é apenas mais um na disputa.
Torcida perde a conexão com a Seleção
A Seleção Brasileira já não empolga como antes. O clima nas redes sociais e arquibancadas é de apatia e frustração. O torcedor sente que o time perdeu a paixão, o brilho e a vontade de vencer.
Os resultados e a postura em campo reforçam esse distanciamento. A camisa amarela, símbolo de orgulho nacional, hoje precisa reconquistar o próprio povo.

O hexa ainda parece um sonho distante
Apesar do nome de peso no banco, o caminho até o sonhado hexa está longe de ser simples. Ancelotti tem um enorme desafio pela frente: reconstruir a confiança, dar identidade ao time e entregar um futebol competitivo.
Mais do que títulos, o Brasil precisa voltar a jogar bem. E, principalmente, voltar a ser respeitado.
